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07 abril 2011

Atirei-te palavras altas. Sem te ofender disse que a culpa era tua. Disse que, definitivamente, eras tu a grande merda. A voz não me faltou, o discurso pareceu ensaiado. Não foi. Foi raiva sentida racionalmente e libertada em verdade. 

Se as coisas ficaram bem?

Ficaram... 

Falta menos um dia para ser feliz

07 fevereiro 2011

Achas que me conheces porque me lês meia dúzia de palavras? Não te iludas... nunca saberás se digo o que sinto ou se é apenas o que imagino querer sentir de vez em quando...

27 dezembro 2010

Porra...
que isto do natal...

cansa....

01 julho 2009

um mês sem ti é pior e mais insuportável
do que alguma vez poderia ter imaginado

31 janeiro 2008

O livro de reclamações por favor?

Cada vez gosto mais do nosso Serviço Nacional de Saúde, de ora adiante designado por SNS, não por ser mais rápido de escrever, mas porque, se escrever apenas a sigla as voltas ao estômago atenuam...
Adiante,
Como estava a dizer, cada vez tenho mais admiração pela organização e pelo serviço de excelência prestado aos utentes do SNS, ou seja, do serviço prestado a todos nós portugueses!
Mais do que descobrir um serviço de excelência, hoje descobri que não existem portugueses de primeira e portugueses de segunda, não se iludam meus amigos!
O que existe, de facto, é portugueses sem dinheiro, para aceder a outro tipo de cuidados de saúde, e, portugueses com dinheiro que não precisam desta merda, com licença, para nada!
Depois, existe ainda a chamada categoria ibrída, na qual me insiro!
Ibrída porquê?
Porque tenho a sorte de poder aceder a cuidados de saúde particulares, mas depois, quando fico doente, cúmulo dos cúmulos, tenho me subjugar ao SNS para me justificarem a doença e poder entregar a famosa "baixa" no trabalho!
O que me chateia não é tanto ir para o SAP, ou SAC, ou lá o que merda de nome lhe chamam, e, ficar quatro horas para ser atendida, sem a Sra. Dra. me passar a bem dita baixa e me dizer:
- Ahhh, mas tem médico de família, portanto, olhe, amanhã, venha outra vez para o Centro de Saúde e, como não tem uma porra de consulta marcada, venha logo pela fresquinha, tipo 08h00 da manhã para conseguir marcar uma consulta e ser atendida lá para as 13h00, mas vá bem agasalhada, porque, com a febre que tem, não lhe faz nada bem apanhar este frio!
Mas esta merda cabe na cabeça de alguém??? É que se eles não pudessem passar ali a porra da baixa tudo bem, mas é que podem... Eu não estava a tentar subverter a porra do sistema, estou mesmo doente! Custava-lhe muito passar a merda do papel??? Custava?
Mas, 0 que me chateia mesmo, mas mesmo, é ir para o SAP, quando podia ir para outro lugar em que não ia atrasar mais ainda quem realmente não tem poder de escolha, que só tem o SAP e que está tão ou mais doente do que eu...
É ver crianças e deficentes a agonizar de doentes nos colos dos pais e não terem prioridade... É, depois, de quatro horas sentada numa cadeira assistir a pais irem embora com crianças que entretanto já se sentem melhor e que já não faz sentido estarem ali...
Pior, é chegar finalmente a minha vez, após quatro horas de espera, comentar com a médica que tinha ido a casa jantar e a Exa. Sra. Dra. me dizer num tom piadético:
- Se foi a casa comer é porque não está muito doente!
O livro de relamações por favor?




24 janeiro 2008

As agruras de se ser forte

Ser forte é um pau de dois bicos:
Os fortes reconstroem-se, sozinhos...
Os fortes, são fortes por isso mesmo!
A vulnerabilidade dos fortes é a sua força, as pessoas que os rodeiam, mesmo sem se darem conta, magoam-nos de uma forma que jamais fariam com alguém que acreditam não ter a mesma capacidade...

21 dezembro 2007

Descansa em paz

Um ano depois, continua tudo mais ou menos na mesma, só faltas mesmo tu para nos acompanhar
Por muitos anos que passem nunca me vou esquecer do teu rosto, do teu riso contido, da tua postura séria... continuo a amar-te como se estivesses presente, para mim, não morreste, adormeceste...

Descansa em paz meu querido

18 dezembro 2007

Confusão


Rodopio por entre imagens
Desconexas na minha cabeça
Realidades, que se embrulham,
Umas a seguir às outras,
Em novelos de lucidez demente
O tempo, vil tempo, que não pára,
Que foge daquilo que quis
E me confunde...

05 dezembro 2007

Saudade


Voltei a encontrar-te
No meio de uma lista pessoal,
De presentes menos pessoais

Já não estás,
Nem chegaste a estar no ano passado
Partiste, sem aviso,

Custa-me não te incluir na nova lista

Sabes, nunca cheguei a perceber,
Se eras mesmo austero,
Se eras apenas rezingão

Porque te obrigaram a crescer
Antes de deixares de ser menino,
Mostravaste duro

Fazias pedra as emoções,
Que querias simular inexistentes,
Eras calado, tão calado

Vi-te partir, quase nos meus braços,
Sem te conseguir salvar,
Adormeceste para sempre

Ela, implacável,
Deixou o teu corpo,
Inerte, quieto

Resta a tua imagem na minha cabeça,
O teu cheiro nas tuas coisas,
A tua presença no ar que enche a casa

Resta a saudade


28 novembro 2007

I´m doing for love


Faltas-me,
Estás-me entranhado em tudo

I´m doing for love

20 novembro 2007

Egoísmo




Quebrei a linha entre o que é e o que não é

Por puro egoísmo,

Torno-me escorregadia,

Nem as tuas duas mãos são suficientes para me segurarem,

Nem as de ninguém

Não deixo,

Não quero

Para que tudo fique como dantes

08 novembro 2007

...

Odeio as paredes brancas amareladas dos hospitais, 0 tom pálido dos doentes e dos que se fazem de doentes!

Chateia-me a dependência deste sistema, as salas de espera, os gritos, os gemidos, revolto-me por não saber o que fazer, por não poder fazer nada!
Agonia-me a indiferença pelo sofrimento alheio, o silêncio dos médicos, dos enfermeiros, do resto do pessoal!
Num mundo perfeito, nada seria assim...

16 setembro 2007

Incompatibilidades






Aceito que é tradicional, que é cultura portuguesa, até posso aceitar que é bonito...
Mas, das duas uma, ou fazem um museu para se apreciar e ficamos todos felizes e orgulhosos, ou então, arranjam a porra da calçada portuguesa para que se possa andar em segurança sem dar cabo dos belos sapatos de salto que normalmente custaram um dinheirão!
A continuar este estado de coisas, só vejo uma solução:
a CML implementar a concessão de um subsídio de calçado para os Lisboetas devido ao desgaste excessivo e extemporâneo dos nossos sapatitos...
É porque quer-se dizer, se queremos ser uma capital Europeia, se queremos ser cosmopolitas, temos de ser "fashion", e, para se ser "fashion" não se pode andar com metade de um salto todo fffooo.....!!!
A meu ver, este é um dos motivos pelo qual continuamos na cauda da Europa!
Qual défice, qual atraso tecnológico, qual quê... A culpa é da calçada portuguesa, que não nos permite andar com a elegância que ficaria bem a qualquer Lusitano...
É só tropeções, é ficar descalço no meio da rua porque ficámos presos num dos buraquinhos entre pedras, melhor, é ser brindado com um entorse...
CHIÇA que não há paciência! Cá para mim isto é o lobby poderoso dos sapateiros...
Existem coisas incompatíveis, os sapatos de salto e a calçada portuguesa são, definitivamente, uma delas!

22 agosto 2007

Dia de Neura

Tento reinventar o tempo,
Mudar o espaço,
Ir para outro lugar...

Entre uma tarefa e outra,
Sito-me vazia, desinteressante,
Como as coisas que faço...

E os ponteiros não avançam, e,
Quando finalmente batem no quinto risco,
Continuo desinteressante...

Aos tropeções,
Sem rumo,
Sem horizonte...

Não interessam
As horas, os dias, os meses,
Tanto faz...

Quero tudo, quero tanto,
Mas não vivi nada de novo,
Restam-me histórias demasiado normais...

E as histórias,
Como as pessoas normais, como eu,
Não têm nada de especial

15 julho 2007

Amo-te tanto MÃE!


Quiseste carregar o mundo nas costas…
Ninguém te avisou Mãe?
É demasiado pesado…

Agora vergou-te…
E tu não podes deixar-te quebrar,
Mostra como és forte!

Volta depressa, sinto a tua ausência…

O teu tempo ainda não acabou
Não pode ter acabado,
Preciso de ti!

Existem tantas coisas que ainda não partilhámos
E ficaste de me ensinar a fazer outras tantas, lembraste?
Não podes ir ainda…
Amo-te tanto Mãe!

10 julho 2007

Dia 10 - Benção



Queria ter-te dado o céu e a terra
Ou o que acreditava ser o seu reflexo...

Não o permitis-te
E eu deixei de insistir

Contigo,
Entre paredes impessoalmente nossas
Juntos crescemos

Contra a luz,
Com a benção das orquídeas,
Sei, que ainda que por breves instantes,
Fomos felizes